sexta-feira, 28 de novembro de 2014

NO CAMINHO DO TREM

Para esta dinâmica, vamos precisar:
a)-De um trem, em sulfite, cartolina ou outro material, com a máquina e os vagões de carga e de passageiros;
b)-Do trilho do trem;
c)-Do cenário por onde “andará” o trem: montanhas, rios, árvores, flores, pedras, regiões mais secas, outras mais floridas, cidades, fazendas, vales... Neste caso, pode-se desenhar num papel maior, que servirá de “pano de fundo”;
d)-Da estação final do trem.

OBJETIVO:
O objetivo desta dinâmica é trabalhar “processos”, caminhadas, história. É ajudar os catequisandos a compreender  a “jornada” da vida, com suas belezas, dificuldades, potencialidades e limites. Pode ser usada para encontro com catequistas, também para avaliar a caminhada catequética.

COMO FAZER:
1)-O trem é um símbolo da própria pessoa, grupo ou instituição. Pode representar o(a) cristão(ã), a comunidade, a paróquia, a diocese ou a Igreja como um todo. Que tipo de trem sou eu? (ou o meu grupo/comunidade?) – é a pergunta que inicia a dinâmica. Os nomes podem ser colados na máquina  do trem.
2)-Os trilhos são o modo de caminhar de cada um, seu trajeto. Como são os trilhos da nossa vida? (ou da nossa ação catequética?) – esta é a pergunta que guia a reflexão neste momento. Ouvir as pessoas e escrever, em pequenos papéis, as respostas, que serão coladas junto aos trilhos.
3)-O cenário tem várias representações: os lugares onde vivemos ou passamos, as situações diferentes encontradas em nossa vida (de alegria, de tristeza, de dificuldades de encontros e desencontros), os eventos, os fatos vivenciados. Como tem sido a nossa vida? (ou a nossa caminhada deste ano?) – pergunta que nos ajuda a refletir sobre o que vivemos. As pedras, as flores, as cidades, enfim, ajudam a representar esses momentos.
4)-O Trem também carrega coisas: sonhos, projetos, experiências de vida, objetivos, fé, amor, esperança, caridade. O que temos carregado, trazido conosco? As observações podem ser colocadas nos vagões.
5)- O(a) cristão(ã), o grupo, a comunidade precisam se alimentar, assim como trem, para prosseguir a jornada: nós, além dos alimentos, com a fé, com a Palavra de Deus, com os sonhos e projetos de vida (pessoal, profissional, comunitário, social, vocacional). O que tem alimentado a nossa jornada? Os carvões do vagão de carga podem servir aqui de símbolo para ajudar as pessoas a se expressar.
6)-A estação é a grande meta da nossa vida, assim como a do trem. Aonde queremos chegar, o que queremos construir? O que for expresso pelo grupo pode ser colocado na estação, ou em forma de palavras ou de figuras.
Feito o “passeio” com o trem, refletir sobre aquilo que estamos dando importância a nossa vida, do que ela está cheia e do que ela está vazia, como temos colocado Deus e a comunidade em nossa jornada. Refletir sobre o que podemos ainda acrescentar ou observar melhor a nossa caminhada. Um poema propício, ou uma música e uma oração podem encerrar esse momento.



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

TEXTOS E MANUAIS NA CATEQUESE: LIMITES E POSSIBILIDADES

Iniciando a conversa

- Colocar a Bíblia em lugar de destaque, rodeada por textos e manuais de catequese.
- Canto: “Toda Bíblia é Comunicação”
- Conversar sobre os textos usados pelo grupo na catequese: como são usados, necessidade e importância etc.
- Invocar o Espírito Santo.

A vida fala

Em nossos encontros com catequistas, uma das  dúvidas que nos são apresentadas é: que manual catequético utilizar, ou não utilizar nenhum? É uma preocupação coerente com a responsabilidade de educar na fé: queremos ter alguma certeza positiva quanto ao material que subsidiará nossa ação na comunidade.

Para aprofundar nossa reflexão, será bom retornar ao sentido da catequese: um caminho de maturidade na fé, de encontro com Deus, consigo e com os irmãos e irmãs (a comunidade). A fé cristã é, por essência, vivida em comunidade. A catequese é processo, porque acompanha o cristão em toda a sua vida, e não um curso ou uma aula. Ela tem compromisso com a Igreja, para formar o povo de Deus, e com o Reino, para anunciá-lo e denunciar tudo que vai contra ele (é o seu caráter profético).
E onde, então, entram os textos e manuais de catequese? Eles fazem  parte desse processo, há muito tempo, na história da catequese e também  da própria Igreja. Lembremos que, desde o início, nas primeiras comunidades cristãs, as cartas apostólicas ajudaram (e continuam ajudando) a  caminhada do povo de Deus. Textos catequéticos favoreceram a reflexão sobre o caminho a ser tomado (por exemplo, a Didaqué). Qual, então, o jeito “certo” de lidar com esse material hoje?

Critérios e perspectivas

O Estudo n. 53 da CNBB, Textos e manuais de catequese, busca colaborar com os catequistas nessa tarefa. Ele propõe critérios para essa escolha e para a confecção de textos. Assim, aqueles grupos de catequistas que se dispõe à tarefa de produzir um material de auxílio às suas comunidades também devem estar atentos a esses princípios.
Respeitando a diversidade de linguagens, pontos de partida, dinâmicas de estruturação do material, contextos socioculturais que os autores possuem, as propostas da CNBB nos ajudam na seguinte reflexão:
a)- A catequese é realizada em comunidade a fim de formar membros das comunidades cristãs. Pergunta-se: onde está a comunidade nos textos e manuais? Que relevância lhe é dada e como os textos auxiliam na compreensão da vida comunitária cristã?
b)- A catequese é um caminho que busca a interação entre vida e fé, pois recebe o ser humano em sua integridade e a presença de Deus na vida e na história humanas. Pergunta-se como os textos ajudam os catequisandos a expressar as suas experiências de vida e de fé e a integrar essas duas dimensões em suas vidas? A vida e a fé estão presentes como realidades que se integram? A fé ilumina a vida para transformá-la e fazer dos cristãos agentes de transformação das realidades que estão fora do plano de Deus?
c)- A catequese tem na Bíblia seu livro principal, assim como toda a vida e a ação cristã. Os manuais e textos também apresentam a Palavra de Deus como fonte de reflexão? Que tipo de interpretação bíblica é utilizada: ela está coerente com a proposta da Igreja? Jesus Cristo é o centro dos textos e manuais? É para ele que os textos apontam sempre? Ele (suas palavras e gestos) é o conteúdo principal da catequese proposta?
d)- A catequese é, também, “escola de oração”. Dessa forma, os textos ajudam os catequisandos a celebrar a fé e a vida? Ajudam, também, a compreender e vivenciar bem a liturgia na comunidade?
e)- A moral cristã tem na prática do amor seu maior princípio. Qual a visão moral apresentada nos textos manuais a serem utilizados? Propõe, além da moral pessoal, uma moral comunitária e social com base na vida e nas palavras de Jesus e nos ensinamentos da Igreja?
f)- A catequese busca construir uma linguagem que se adapte às várias situações de vida. Os textos e manuais contemplam esse princípio? Levam em conta a idade, as condições sociais e culturais, as condições de necessidades diferenciadas dos catequisandos? As dinâmicas e as linguagens utilizadas consideram o processo de catequese de educação da fé? Ajudam a formar discípulos missionários capazes de responder às questões da vida iluminados pela fé, atuando no sentido de promover a dignidade de todos e todas?

A utilização do material

Feita a escolha, será importante refletir com o grupo de catequistas sobre qual será o papel desses materiais na catequese. Salientamos que o processo catequético deve envolver catequista, catequizando e comunidade. Eles são os agentes principais do processo. Iluminados pela palavra de Deus, os catequistas têm a responsabilidade de preparar os encontros catequéticos. Esse planejamento nunca deve ser substituído pelo “comodismo” de ter um manual.
Os textos e manuais podem contribuir, oferecendo um roteiro organizado para todo o ciclo catequético. Porem não devem ser a única fonte em que os catequistas buscam orientação e material de apoio. Outros textos, livros, vídeos, músicas, jornais, revistas devem também ser consultados e acrescentados ao planejamento catequético. Principalmente a Bíblia: esta nunca deve ser substituída pelos textos nos manuais, mas estes devem apontar para a leitura da palavra de Deus.
O que se espera é que o manual e os textos sejam “subsídios” que contribuam para a caminhada de fé do catequisando, orientado por seu catequista com sua comunidade cristã. Uma tarefa criativa assume seu papel com a participação ativa da coordenação de catequese, do pároco e da comunidade como um todo, para que o catequisando faça seu encontro pessoal com Jesus Cristo e o siga na comunidade e na sociedade.

Para conversar:
a)-Que critério temos seguido para escolher/produzir os manuais e textos da catequese?

b)-Que mudanças temos de fazer, com base nesta reflexão, para melhor utilizar os manuais e textos catequéticos?




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

“Somos templos do Senhor!”

Programa Ecoando
Dia 09: 32º Domingo Tempo Comum  Ano A  (Cor Branca)

Dedicação a Basílica do Latrão
 “Somos templos do Senhor!”

A água transforma o deserto seco em árido, pois Deus é sempre fonte de água viva. Quando o outro nome do homem for irmão e da mulher for irmã, todos seremos, de fato, santuários vivos do Senhor. Jesus revoltou-se com a exploração que havia nos sacrifícios do templo, principalmente a dos mais pobres. E nós, como vivemos nossa fé?

1ª Leitura: Ez 47, 1-2.8-9. 12

A presença de Deus no Templo torna-se o centro da vida que se espalha por toda a terra, a fim de transformá-la em paraíso. Quando o povo se compromete com o projeto da vida, não só os bens naturais se multiplicam para serem repartidos entre todos, mas também o povo se revitaliza, abrindo-se para repartir sua própria vida em clima de fraternidade. João retoma esta passagem para mostrar que a história tende para a realização plena da vida de Deus, repartida entre todos os homens (cf. Ap 22,1-5 e nota).

Salmo 45

Hino a Jerusalém, provavelmente depois que o exército de Sequerib se retirou no ano 701 a. C. (cf. 2Rs 18,13-19,37).
Javé, o Deus Criador e Senhor da história, está em aliança com seu povo, protegendo-o contra as forças do caos, que são as nações inimigas. O refrão (cf. VV. 8 e 12) exalta Javé como guerreiro que chefia as lutas do seu povo.
O cerco da cidade compreendia o corte do fornecimento de água. Ao romper da manhã, o exército de Senaquerib bate em retirada, provavelmente atingido por uma peste. Sua derrota é vista como vitória de Javé (2Rs 19, 35-37).
Pela manhã o povo destrói o acampamento assírio e incendeia  todos os despojos. O v. 11 talvez seja uma comemoração festiva do acontecimento: Deus vence, não apenas o inimigo, mas também a guerra toda.


2ª Leitura: 1 Cor 3, 9c-11. 16-17

Paulo se serve de duas imagens (campo e edifício) para apresentar o verdadeiro agente de pastoral. Este é um servidor do projeto de Deus concretizado em Jesus Cristo e que consiste em reunir  os homens do compromisso de fé com Jesus, cuja ação devem continuar. Se os agentes de fato servem a Cristo, nunca se contradizem. O sucesso não deve levar o agente à vanglória, pois o projeto não é seu; a eficácia vem de Deus, que também dá as aptidões e capacidades. A responsabilidade é grande, pois o agente deverá prestar contas ao próprio Deus, que provará quanto vale a obra de cada um.

Evangelho: Jo 2, 13-22

Para os judeus, o Templo era o lugar privilegiado de encontro com Deus. Aí se colocavam as ofertas e sacrifícios levados pelos judeus do mundo inteiro, e formavam verdadeiro tesouro, administrado pelos sacerdotes. A casa de oração se tornara lugar de comércio e poder, disfarçados em culto piedoso.
Expulsando os comerciantes, Jesus denuncia a opressão e a exploração dos pobres pelas autoridades religiosas. Predizendo a ruína do Templo, ele mostra que essa instituição religiosa já caducou. Doravante, o verdadeiro Templo é o corpo de Jesus, que morre e ressuscita. Deus não quer habitar em edifícios, mas no próprio homem.
A Basílica do Latrão é um templo dedicado ao Divino Salvador e é também a primeira catedral do mundo. Lembremo-nos de que o Cristo é o Templo vivo e sempre presente. Nós também somos os templo onde Deus quer morar. Jesus, fazendo-se carne, armou sua tenda entre nós (Jo 1,14), permanecendo conosco para sempre. A prática da caridade deve assumir a apresidência de nossas atitudes de cristãos e de Comunidade. Sejamos pois templos vivos e assim celebremos a páscoa a cada Eucaristia


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

“Mandai-nos trabalhar em vossa vinha!”

Programa Ecoando
Dia 21: 25º Domingo Tempo Comum  Ano A  (Cor Verde)

 “Mandai-nos trabalhar em vossa vinha!”

Isaías diz que nossos caminhos estarão próximos dos caminhos do Senhor, somente quando convertermos nosso coração. E essa conversão consiste em despojarmos das coisas supérfluas e até de nós mesmos. A recompensa com certeza virá, não por nossos méritos pessoais, mas pelo infinito amor divino.

1ª Leitura:

Javé tem um projeto de verdadeira realização para a história: liberdade e vida para todos. Esse projeto é revelado aos homens através da Palavra que, gerando acontecimentos, concretiza o projeto de Deus. A sabedoria do homem consiste em procurar Javé, isto é, converte-se para ele, ouvir a sua palavra e tornar-se aliado seu na luta em prol da liberdade e vida para todos.

 Salmo 144

 Hino de louvor ao Nome e ao amor de Deus, testemunhados na história.
O louvor ao Nome, revelado no momento da grande libertação, recorda que o Deus vivo é o libertador.
O louvor é um reconhecimento das obras de Deus realiza na história. Transmitido de geração em geração, esse louvor mantém a fé que constrói a história segundo o projeto de Deus.
O centro desse projeto é o amor de Deus criando liberdade e vida. O reino de Deus é o amor partilhado entre todos os homens, para eliminar as divisões e desigualdades.
O amor de Deus, porém, age de forma partidária, assumindo a causa dos oprimidos que o invocam e colocando-se contra os opressores.
Termina com o convite para que todos reconheçam a santidade do Deus libertador.

 2ª Leitura:

Paulo provavelmente tem meios para ser solto da prisão e escapar à morte. Mas encontra-se num dilema: viver ou morrer? No contexto da sua fé, as duas coisas se equivalem: viver é está em função de Cristo, ou seja, da evangelização; e morrer é lucro, pois leva a estar com Cristo. Paulo resolve o dilema, não levando em conta seu próprio interesse, mas o que é melhor para a comunidade: continuar vivo, para ajudar os filipenses a crescer e se realizar plenamente na fé.

 Evangelho:

No reino não existe marginalizados. Todos têm o mesmo direito de participar da bondade e misericórdia divinas, que superam tudo o que os homens consideram como justiça. No Reino não há lugar para o ciúme. Aqueles que julgam possuir mais méritos do que os outros devem aprender que o Reino é dom gratuito.

A messe é grande e Deus precisa de trabalhadores para construir seu reino de amor. Ele tem nas mãos o projeto e nós somos esses trabalhadores. O problema é nossa visão é limitada e não conseguimos compreender os desígnios de Deus. Muitas vezes, queremos fazer de nosso jeito e nos distanciamos daquilo que ele quer. O desejo de Deus é que abramos nosso coração para que Ele nos mostre seu caminho e possamos trabalhar com determinação em sua vinha.

Nólia Oliveira

sábado, 30 de agosto de 2014

DIA DO CATEQUISTA

Dia do Catequista
Amo de paixão ser catequista,  apaixonada por jesus, sempre me esforço por desempenha os encontros de catequese da melhor forma possível preparar antecipadamente,, com dinâmicas e orações e o tema do dia.  Tudo é novo para o catequista, novos desafios, novos catequisandos a cada ano. crianças de  educação diferentes. a catequista, o catequista se torna “como um pouco de tudo”  um pouco de mãe ou pai, psicóloga, professora. todo catequista tem no seu coração o desejo de ver um mundo cheio do amor de Deus. um mundo cheio de paz. a cada ano que passa ver as crianças crescendo na sua comunidade, umas continua o caminho de Jesus e outras não.. mas tenho a certeza de que a sementinha de Jesus foi plantada no coração de cada uma delas.
quero continuar seguindo o caminho de jesus. as palavras de Jesus. “vinde a mim as criancinha porque é delas o reino de Deus.”

Edinólia oliveira

sábado, 2 de agosto de 2014

A VIDA DAS PESSOAS

O Grupo de Iniciação Cristã da Catequista Nólia. Estou muito mais contente. Hoje o encontro de catequese foi animado. Os catequisandos mesmo com tanta excitação e euforia de não querer ficar calado escutando a Palavra e a minha fala. Foi como que esperançosa a sementinha que lancei no meio de terrenos tão agitados com se estivesse num estádio de futebol.
Meus catequisandos não querem ficar calados. Escutam mas sempre interrompem. Sinto que cada um é espelhos dos pais e como são educados nas escolas. Sinto dizer que muitos professores entram no ritmo deles. Acho que é porque não encontram outra alternativa de conter tamanha euforia... Ou será justamente por causa dos próprios professores de sempre fazer festas a todo momento em sala de aula? Os catequeisandos desse ano de 2014 do meu grupo de catequese não foram educados a fazer silêncio em sala de aula. 70% dos meus  catequisandos os  pais não vão a igreja semanalmente. Eu catequista e a comunidade  de meu bairro tenho, temos a missão de fazer celebração da Palavra nas famílias de meus catequisandos.
Partilhar a Palavra de Jesus no seio familiar  é a melhor forma de educar as nossas crianças para o bem.

PARA LEVAR NO CORAÇÃO

Fomos criados para sermos felizes. Devemos proteger a vida.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dia da Bíblia

Encontro das comunidades com o tema: “Que  todos sejam um”,  encerrando assim, o mês da Bíblia.
Maravilhoso evento depois de  mais de 4 anos sem ter encontros com as comunidade de nossa Paróquia Nossa Senhora da Conceição do Coité. O encontro foi realizado no Ginásio de Esportes de Conceição do Coité, no domingo dia 29.09.2013, dando início com a missa e teve a participação de algumas comunidades.
Participo do Núcleo de Santa Cruz (Comunidade dos Barreiros). Barreiros é o nome do bairro onde está a minha casa. O Núcleo dos Barreiros ( que também é chamado) , é composto de por comunidades que se reúnem nas casas: Santa Teresinha, Santo Antonio, São Sebastião, Sonho Meu.
A participação do Núcleo dos Barreiros na missa foi fazendo as preces do encontro com as Comunidades. Também foi muito contagiante a alegria e a animação de Padre Alexandre, fez o povo de Deus cantar, dançar, pular, rir, gritar, louvar e muito mais. Teve dinâmica do barco de papel que vira uma camisa, apresentada por Serginho e Dione.
No final do encontro foi com uma festa, caminha com a Banda Manto Azul. Tocando músicas religiosas  no ritmo de Aché, Reggae, Pagode, louvor... Oração.. . Maravilhoso encontro para o encerramento do mês da Bíblia... em todo o encontro foi falado as frases do Papa Francisco.
“Bote fé, bote esperança, bote amor, que a sua vida terá novo sabor! “
Saiam às ruas como fez Jesus.
“Dinheiro e poder não trazem felicidade.”




























“Ide, anunciai Jesus sem medo”